CORAL PALYTHOA

Coral Palythoa

Coral Palythoa

CORAL PALYTHOA



O coral Palythoa (Zoantídeo) é um dos meus preferidos, e são fáceis de propagar no aquário. Não precisa de muitos cuidados. Encontrado facilmente na costa brasileira.Na verdade quem precisa de cuidados é você, pois este coral contém uma toxina perigosa, a palitoxina. Esta toxina pode entrar no sangue através de cortes nas mãos, braços, arranhões, pela respiração do vapor através da boca ou nariz, cuidado com os olhos, diz-se também que é possível entrar pelo ouvido. Não tente propagar este coral sem usar óculos, máscara e luvas de proteção.

Você pode perder os sentidos após 15 minutos do contato com a toxina. É uma toxina considerada mais potente que se conhece até hoje do mundo marinho. Esta toxina é estudada em bioquímica devido sua grande versatilidade.

Em caso de acidente, contato com esta toxina, pedir urgentemente para alguém levar você a um hospital mais próximo e citar o nome: Palitoxina, para uma rápida solução do problema, pois são raros os casos, e até o hospital descobrir que foi esta toxina…

Curiosidade: Esta toxina é liberada naturalmente pelo coral Palythoa, quando a maré baixa. É sua defesa para não secar, para proteger a colônia. Este muco viscoso também é conhecido como “baba-de-boi” e é alvo para várias pesquisas laboratoriais.

Agora que você já sabe vamos falar deste lindo coral, que se apresentam em várias cores com diversas combinações. É um coral mole ou “soft-coral”.(veja sobre coral mole na respectiva página), portanto não formam esqueleto calcário e fazem simbiose com as micro algas zooxantelas.

Existem várias espécies de Palythoa, mas todas são parecidas, apenas o tamanho dos pólipos é que mudam. São parecidas também com os corais Zoanthus, mas possuem o disco oral maior. Ambos são indicados para iniciantes, pois são fáceis de manter, crescem rapidamente e não são agressivos (“guerra química”), mas deve-se mantê-los afastado de corais SPS.

Observam-se sedimentos no tecido deste coral, talvez de precipitação do cálcio ou partículas calcárias.

O coral Palythoa não gosta de iluminação muito forte, prefere áreas mais escuras do aquário, também não gosta de forte circulação, moderada à leve são mais indicadas.

São corais que formam colônias, os pólipos são conectados por um tecido. Suportam variações que podem ocorrer (por descuido) nos parâmetros da água, no entanto, como qualquer espécie no aquário, não toleram mudanças bruscas no PH ou na temperatura.

O coral Palythoa, assim como outros corais moles, se alimenta pela fotossíntese, pelas algas Zooxantelas, mas também necessitam de plâncton ou partículas alimentares, então é altamente aconselhável alimentar este coral, pois só com a fotossíntese não sobrevivem.

Gostam da alimentação quando é fornecida através de seringa ou pipeta (diretamente), mas também pegam por dispersão, assim como no mar.

Eu tenho Palythoa em meu aquário e estava indo muito bem até eu trocar as lâmpadas por mais fortes, então eles não abriam totalmente, mas após trocar de lugar (local mais escuro) eles voltaram a ficar bem.

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Se você quer informações sobre outros corais, visite a respectiva página.



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