POLYPTERUS SENEGALUS

Polypterus senegalus no aquário

Polypterus senegalus

POLYPTERUS SENEGALUS

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Polypterus senegalus, também chamado de Bichir cinza; Bichir de Cuvier ou Bichir do Senegal.

Olá amigos leitores, hoje vou falar de um peixe muito legal que acabei de adquirir, é o Polypterus senegalus, um peixe primitivo, pois fósseis de seus parentes datam do Período Triássico, época dos Dinossauros, com mais de 200 milhões de anos.

Pesquisei bastante antes de adquirir o Polypterus e vou repassar com algumas dicas legais.

O Polypterus habita toda a África tropical, em águas rasas e pantanosas, com baixo nível de oxigênio. Possui um corpo comprido, largo, barbatana serrilhada, parece uma armadura. Tem a cabeça pequena, faz lembrar um Axolote, olhos em ambos os lados e boca quase sempre aberta.

O Polypterus se alimenta de insetos, crustáceos, moluscos, sapos, peixes, minhocas, pellets de camarão, pedaços de plantas e sementes. No meu aquário eu o alimento com filé de peixes, e confesso que é difícil ele aceitar de primeira, então corto pequenos pedaços, prendo o filé numa pinça e levo até a boca do peixe, às vezes ele pega outras vezes não, então solto o filé no fundo do aquário para que ele pegue mais tarde, já que tem um bom olfato. Suas narinas externas são facilmente visíveis, se projetam do nariz. Já tentei com ração de fundo, mas não o vi pegar. Sei que é um predador por natureza.

Coloquei no aquário dezenas de Lambaris vivos, mas não vi o Polypterus senegalus pegar nenhum, talvez porque ele é bem lerdo para nadar devido suas barbatanas peitorais e sua visão não é boa. Já o Tucunaré pega uns 3 em um ataque apenas. Mas não aconselho você colocar outros peixes menores que o Polypterus no aquário, talvez ele vá engolir algum. O Polypterus senegalus vai crescer e poderá ultrapassar os 35 centímetros.

Na literatura diz que ele é principalmente insetívoro. Diz-se que ele vive mais de 34 anos em cativeiro. Se você pretende ter um Polypterus no aquário não se esqueça de tampar bem, pois ele tem tendências à saltar do aquário, então ele vai percorrer uma boa distância e morrer seco mais adiante. Ele gosta de areia fina de substrato, gosta de plantas ou pedras roliças aonde irá se esconder.

Só é possível distinguir o sexo quando adulto, o macho tem a barbatana anal mais espessa, mais larga que a fêmea. A espinha dorsal do macho parece ser mais grossa que da fêmea.

Na reprodução, o casal dá saltos na superfície e descem lentamente, onde o macho fará cortesia com a cabeça esfregando-a (cutucando) na fêmea, o macho recebe os óvulos da fêmea colocando sua barbatana anal e caudal em volta dos genitais onde fertiliza os ovos. Como é um ovíparo irá deixar os ovos fertilizados na vegetação, onde irão eclodir após uns 3 dias.

Curiosidades: O Polypterus precisa subir à superfície para inalar ar que vai para seus pulmões. Sua bexiga natatória funciona como um órgão respiratório, “um pulmão”. Ele pode morrer afogado se não haver condições dele subir à superfície para respirar. Esta peculiaridade refere-se às condições de sobrevivência em seu habitat natural, onde quase não há oxigênio nas águas rasas.

Têm brânquias externas parecidas com os anfíbios que desaparecem quando o peixe cresce.

Pesquisadores descobriram que é possível adaptar o Polypterus senegalus para andar mais tempo fora d’água com maior eficácia. Também notou-se que estas cobaias adquiriram formas anatômicas diferenciadas, semelhantes à criaturas terrestres. Este artigo foi publicado em https://www.nature.com/articles/nature13708

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